domingo, 22 de abril de 2012

Um apelo realista

 


Nunca é demais repetir o óbvio: quem conheça o movimento monárquico reconhece a sua fragilidade estrutural, que começa na questão do seu financiamento e se confirma na sua débil implantação territorial e intervenção política. Desiludam-se aqueles insaciáveis egos que nas redes sociais alimentam entre si sectarismos, intrigas e guerrilhas insanas: um deplorável espectáculo que é atestado de irrelevância e decadência. 
Como portugueses saibamos honrar a sorte de possuirmos uma tão condigna Casa Real que a todos deveria encher de orgulho. Acontece que a coroa é pela sua natureza uma instituição politicamente abrangente e unificadora: não estigmatiza quaisquer credos ou clubes. Na sua génese a nossa Causa é um movimento aglutinador de diferentes (às vezes antagónicas) sensibilidades politico-filosóficas. Porque a tolerância e inclusão constitui o nosso mais valioso argumento político, de que os verdadeiros monárquicos se deveriam regozijar e ser exemplo. 


 



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