quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Manifesto A Unir Portugal desde 1143

A Unir Portugal desde 1143


 


 


Neste dia, há precisamente oitocentos e sessenta e nove anos, nascia formalmente o que já se anunciava: uma ideia, um projecto, uma nação que veio a ser Portugal.


 


Neste dia, oitocentos e sessenta e nove anos depois, é o País que está em risco. Privado de uma fatia importante da sua soberania, e financeiramente dependente do exterior, Portugal encontra-se, perigosamente, à beira de um abismo.


 


Os dias estão carregados da indignação de quem sofre sem saber para quê, do desespero de quem não encontra alternativa para os seus problemas. Os tempos que vivemos são marcados pela ausência de esperança de todos os que procuram, mas não encontram, uma saída.


 


Mas ela existe.


 


Procuram-se saídas sem se olhar para o verdadeiro problema, pois a nossa situação requer soluções muito mais profundas.


 


Estamos aqui para lembrar que Portugal vive. Que é maior do que a crise, do que as políticas, e muito maior do que quaisquer indivíduos que conjunturalmente nos governem.


 


Estamos aqui para lembrar que não desistimos da ideia de um Portugal soberano e  independente. De um Portugal livre. É o mesmo espírito de união, a mesma ideia e o mesmo projeto que nos anima desde 1143. Portugal não é um desafio impossível nem um problema irresolúvel. Acreditamos que existem soluções. Soluções reais, para causas reais.


 


Ao contemplarmos o futuro, vemos a possibilidade de uma democracia mais representativa, mais eficaz, mais transparente, uma democracia mais plena, assente num sistema político que sobreponha os interesses de Portugal e dos portugueses aos interesses próprios de cada um, de cada partido. Estamos convictos da absoluta e imperiosa necessidade de termos um país onde os cidadãos recuperem o orgulho da sua identidade e a confiança em quem os representa para que possam realmente viver em liberdade e que em momento algum lhes serão pedidos sacrífios vãos ou injustos.


 


Olhando à nossa volta, para os nossos parceiros europeus, constatamos que a Instituição Real é o elemento que permite devolver o futuro aos Portugueses, recuperar plenamente a ideia de Portugal, protegendo a nossa identidade, a nossa língua, a nossa história, o nosso futuro, a nossa essência. É nossa profunda convicção que só uma alternativa encimada pela Instituição Real nos poderá libertar de um regime obsoleto, gasto e imposto pela força, que após 16 anos de caos e de infâmia, de 40 anos de autoritarismo paternalista e de 38 de prodigalidade e desgoverno financeiro nos deixou, a todos, falidos e desnorteados.


 


Só um Chefe de Estado total e verdadeiramente independente de todos os grupos políticos e económicos, e com uma ligação profunda à essência da Pátria, pode garantir uma nação verdadeiramente livre.


 


Só um Chefe de Estado movido por nenhum outro interesse que não seja o interesse nacional pode ser o efectivo garante do regular funcionamento da democracia, assegurando a separação de poderes de um Estado de Direito, ao mesmo tempo que se submete constantemente ao escrutínio dos Portugueses.


 


A Chefia de Estado que o regime monárquico defende é a que melhor compreende o presente, oferecendo um olhar renovado para o futuro onde Portugal e os Portugueses estarão, garantidamente e sempre, em primeiro lugar.


 


É hora de pensar com ambição e esperança.


É hora de oferecer a possibilidade de dias mais luminosos.


É hora de sermos audazes e de encontrarmos de novo um sentido para o nosso país que hoje cumpre oitocentos e sessenta e nove anos de vida.


Apelamos ao povo português para que pense, sem preconceitos, sem utopias, sem demagogia, na alternativa que apresentamos. Uma alternativa real.


 


Porque somos consequentes com este manifesto – e porque estamos convictos de que é na Instituição Real que reside o futuro de Portugal – assumimos o firme compromisso de ir ao encontro dos portugueses, em Portugal e no estrangeiro, para esclarecer todos os cidadãos das características e benefícios de uma monarquia para o Portugal que gostaríamos de ter no século XXI. 


 


É nisto que acreditamos, é isto que defendemos. Pela restauração de Portugal, com o mesmo entusiasmo que guiou as vontades de quem viveu este dia, há oitocentos e sessenta e nove anos.


 


 


Viva Portugal!


 


 


 


Lista inicial de subscritores


Luís Lavradio


Vasco Soares da Veiga


Nuno Miguel Guedes


Nuno Pombo


Maria da Conceição Monteiro Calado


Maria Teresa Corte-Real


José Carlos Ramalho


Augusto Ferreira do Amaral


Jorge Leão


Gonçalo Brito e Cunha


José Tomaz de Mello Breyner


Rodrigo Moita de Deus


Nuno Pinto de Magalhães


Luís Miguel Barata


Pedro Paes de Ramos


António Braamcamp Sobral


António de Souza-Cardoso


Maria Teresa Costa Macedo


Joana Dias Pereira


Fábio Reis Fernandes


Jose Aníbal Castro Marinho Soares Gomes


Dom Vasco Telles da Gama


Miguel Esperança Pina


Luís da Costa de Sousa de Macedo


Sérgio Rau Silva


Miguel Alarcão Júdice


Miguel Lavradio


José Carlos Craveiro Lopes Cortez de Lobão


José Adelino Maltês


Fernando Hélio Loureiro


Maria Augusta do Quental de Meneses


Tomás A. Moreira


António Malheiro de Magalhães


Domingos Patacho


Helder Macedo Sampaio


António Macedo


Manuel Guerra Pinheiro


Pedro Maia


Pedro Magalhães


Joaquim Costa Nora


Rui Gomes Araújo


Álvaro Barba de Menezes


Alexandra de Almeida e Vasconcellos


Elisa de Vasconcellos e Sousa


Carlos M. Gomes Pereira


João Brito e Cunha


Alexandre Sousa Pinto


António Feijó


Mendo Castro Henriques


Glória de Melo


Vasco Medeiros Rosa


Paulo Dias Figueiredo


Carlos França


Miguel Sousa Otto


Henrique Corrêa da Silva


João Távora


Ana Maria Simoes


Francisco Mendia


Joao Bettencourt


Maria Leonor Martins de Carvalho


Gonçalo Ribeiro Telles


Carlota Cambournac


Joao Alarcão de Carvalho Branco


Joao Vicente de Saldanha Oliveira e Sousa


Luís Coimbra


Maria da Graça Sanches da Gama


Miguel Pignatelli Queiroz


Pedro Cassiano Neves


Ashok Hansraj


Duarte Seabra Calado


Jose Alarcão Troni


Salifo Djau


Diogo Lucena


Álvaro Silveira de Menezes


Paulo Teixeira Pinto


António Nogueira Leite


 


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